No mundo, segundo a OMS, cerca de 246 milhões sofrem de perda moderada ou severa da visão. No Brasil, existem cerca de 6 milhões de deficientes visuais. Devido aos altos custos, poucos desses possuem um cão-guia. Um robô com funções básicas de um cão-guia convencional, que auxilia o cotidiano das pessoas com deficiências, pode se tornar realidade com seu apoio. O projeto Lysa, cão-guia robô, é um produto inovador e muito mais acessível para os deficientes visuais. Criado a partir de pesquisas e entrevistas com os deficientes visuais, o robô possui características para ajudá-los a superar os principais desafios de mobilidade do cotidiano:
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Invenção apresentada à instituição oferece mais mobilidade aos deficientes visuais; Adevirp faz campanha em Ribeirão Preto Sem cão-guia, o professor Marco Antonio usa a bengala para se locomovercom antecedência (foto: Renato Lopes / Especial) O professor de matemática aposentado Marco Antonio Lorenzon Benzi, 41 anos, aguarda há dois anos e oito meses na fila de espera para ganhar um cão-guia do governo
Reportagem no Jornal da Tv Vitória, Rede Record sobre o projeto do Cão-Guia Robô! Joelva e Neide explicam mais sobre o projeto. O robô, desenvolvido para auxiliar deficientes visuais, é capaz de guiá-los desviando obstáculos e buracos, avisando-os através de sons. video { width: 100% !important; height: auto !important; } Your browser does not support the video
A autonomia para andar pelas ruas e calçadas de nossas cidades é um desafio para pessoas com deficiências visuais. Pensando em colaborar de forma concreta para melhorar a mobilidade das pessoas cegas, uma startup (negócio inicial na área de tecnologia) capixaba criou um cão-guia robô. A invenção é um protótipo em fase final de desenvolvimento. Um dos detalhes é que o equipamento até fala com seu
Por Filipe Oliveira Neide Sellin, 36, e seu robô Lysa, que guia pessoas com deficiência visual (divulgação) Um projeto para criar um cão-guia robô que começou em escola pública da cidade de Serra (ES) busca recursos via financiamento coletivo para chegar ao mercado. Neide Sellin, 36, conta que a ideia surgiu em curso de informática e robótica que ela dava em 2011. O projeto envolveu mais de 100 alunos e ficou
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